Arqueiro Verde, a série de TV FAIL

Meu primeiro contato com o Arqueiro Verde, na verdade, meu primeiro contato com qualquer super-herói, foi na TV. Enquanto eu assistia feliz e alegre a Liga da Justiça na minha TV aberta, numa época em que os desenhos animados estavam em queda livre de qualidade, aquele era uma animação memorável e que eu adorava acompanhar. Então um certo dia apareceu um carinha de barbicha loira e roupas esverdeadas a là Robin Hood. O Arqueiro Verde, que na minha cabeça, era um herói que não fazia sentido.

Tipo, qual é o sentido do cara estar num mundo de super-heróis ultra-poderosos e sair por aí combatendo o crime com um arco e uma aljava com um punhado de flechas? Tá, eu sei, não são flechas normais. São AS flechas. Elas explodem, jogam laser, estilhaçam, trituraram e fazer o seu café da manhã. Mas se o caro pode produzir AS flechas, ele também poderia produzir uma escopetas do caramba que seriam muito mais práticas e ele poderia adaptar as tais flechas dele pra uma balas mais alteradas, que explodem, jogam laser e sei lá o que mais. Mas ok, perderia o awesomess da parada.

Voltando ao assunto, a CW está produzindo uma série de TV do Arqueiro Verde. OPS! Não é mais Arqueiro Verde, é Arrow. Agora o nome do cara é FLECHA! Ah, e a cidade dele também não é mais Star City, é Starling City (WTF?). Ah, e a namorada dele não é mais a Canário Negro, é só uma mulher genérica de mesmo nome.

E saiu o trailer da parada:

Taí Arrow, o novo Smallvile. Vai ser o seriado do ano, só que não…

 

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Quadrinhos, quadrinhos, quadrinhos

Gosto de quadrinhos desde que me entendo por gente, mas fiquei longe deles nos últimos tempos. Faz bastante tempo que não compro um único quadrinho e agora que assisti ao fantástico filme dos Vingadores, minha ansia por eles voltou magicamente. Entretanto, quem é novato sabe que etrar de cabeça no mundo da DC ou da Marvel é mais do que complicado pra caramba. Já tem tanta história, tantos arcos, tantos personagens e sub-plots que um novato fica maluco e desiste.

Por esse motivo, estive pesquisando algumas HQs boas pra começar. Decidi começar pelos encadernados, que além de ficarem muito bonitos na estante (vai lá, quem não gosta de um livro bem grosso e com aquele cheirinho de coisa nova enfeitando as estantes na parede?) já tem arcos de história completos, com começo, meio e fim. Pesquisei também os arcos que estão rolando atualmente nesses universos e algumas Graphic Novels bacanas para me desvelhenciar (acho que é assim que se escreve) um pouco dos Super-Heróis. Por algum motivo, depois de tanta pesquisa fiquei com vontade de escrever por aqui o que encontrei, e de quebra você novato nos comics ganha um guia muito bom para começar a ler quadrinhos.

Ok, se você não sabe, na Marvel e na DC as histórias são divididas em Arcos. Há arcos menores (tipo, um que conta uma história menor, que envolve menos heróis, algo mais simples), e os arcos maiores, ULTRA-MEGA-POWER-SUPER CATACLISTICOS. Um exemplo disso é o Guerra Civil, que alterou profundamente o universo da Marvel atualmente. O problema é que esses arcos são complicados de se acompanhar, e se você for na banca aí perto da sua casa, o quadrinho que vai ter lá já vai estar situado lá pra metade de um arco que tá acontecendo no momento. Ou seja, se você chega lá e simplesmente compra um quadrinho, sem estar situado, vai ficar MEGA PERDIDAÇO.

Uma boa pra quem quer resolver essa terrível situação é esquecer os gibis mensais por um tempo e ir lendo arcos antigos. Como se faz isso hein? Pois bem meu caro, você procura aqueles encadernados super-caros e bonitos com cheiro de coisa nova que ficam bonitos na estante. Esses quadrinhos contém arcos completos, histórias algumas vezes super-clássicas, todas juntinhas ali dentro daquele livrão, que, por mais que pareçam caros, saem bem mais em conta para quem está lendo quadrinhos agora (ou para quem quer conhecer eventos anteriores do universo). Isso porque, caso você vá começar a ler um arco atual, a primeira parte da história vai estar no gibi X, a outra parte no gibi Y, a outra no K, a outra no Z, a outra no Q, a outra no O e assim por diante. Para completar a situação, vai ter uma porrada de prólogos, epílogos, eventos paralelos que acontecem ao mesmo tempo e confudem a mente do pobre leitor. É essa barreira de fogo que divide os leitores de Turma da Mônica e os leitores de Marvel ou DC, e é por isso que quadrinhos são a coisa mais nerd do universo.

Agora, pra ajudar você meu caro, posto aqui embaixo uma pequena lista de quadrinhos que eu pretendo comprar e que pelas opiniões que venho lendo, são muito bons. (PS: Muitos dos quadrinhos são americanos, ou seja, vai ter que importar e saber ler em inglês também).

  • Infinity Gauntlet
  • Guerra Infinita
  • Guerra Secreta
  • Blackest Night
  • Guerra Civil
  • Flashpoint
  • Aniquilação
  • Schism
  • Planeta Hulk
  • Crise nas Infinitas Terras
  • Hulk Contra o Mundo
  • Crise Infinita
  • Dark Reing

E um monte de outras.

É sempre bom ler as coisas em ordem cronológica, mas a não ser que você queira ler TUDO o que saiu da Marvel até agora (impossível), não precisa ir lendo as coisas na ordem em que foram lançadas. Você pode ler tudo, mas sempre vai haver coisa para ler. Por mais que não haja infinitos mega eventos, sempre tem centenas de encadernados que vão implorar para estar na sua coleção.

Outra coisa: esses encadernados sempre tem um monte de Spin-Offs. então não fique intimidado se encontrar, por exemplo, Fear Itself: Avengers, ou Fear Itself: X-Men. Compre a HQ original e caso goste e queira explorar mais aquele evento, compre os Spin-Offs.

Esses quadrinhos que citei são arcos de história gigantescos, que alteraram drasticamente a vida dos heróis de seus respectivos universos. Eles são excelentes pontos de partida para quem está começando a ler quadrinhos, como eu. O que a galera geralmente recomenda para quem está começando a ler Marvel é o popular Guerra Civil, que pretendo adqurir no próximo mês para dar início a minha coleção de encadernados. Na verdade, dar início não seria o termo mais apropriado, pois tenho aqui, escondido nas profundezas do meu armário, uma edição de Homem Aranha Noir que comprei numa banca de revistas aqui perto. Custou ínfimos 17 reais, mas não digo que foi a melhor história que já li na minha vida. Não vou fazer um review, mas eu daria 6,5 pra ela, só pra constar.

Continuando, esses encadernados de grandes arcos passados são ótimos pontos de partida. Mas depois que você começar a se aprofundar mais no universo, vai começar a querer ler os mensais também. Não são todos os fãs de quadrinhos que curtem ler mensais, mas eu gosto pelo fato de poder acompanhar uma saga que está acontecendo agora, além de conferir o que eventos passados alteraram na vida dos super-heróis.

Um gosto pessoal meu em relação à quadrinhos são as histórias antigas. Muitos outros leitores de hqs também curtem, pois esse é um modo de saber mais sobre a origem dos heróis. Contudo, o acesso à esses gibis antigos é bem mais restrito, e o máximo que você vai achar é alguma edição velha da abril num sebo (eu tenho algumas revistinhas do Capitão América e do Homem-Aranha publicados pela abril aqui em 1985, nada mais). Por isso, é sempre uma boa comprar aqueles livrões super-luxuosos que a Panini publica por aqui e que geralmente são chamados de “Grandes Clássicos de Fulano”. Nos EUA, vale também a publicação dos Omnibus, que SÃO GIGANTESCAMENTE GRANDES. Falo sério quando digo que eles ficariam bonitos na sua estante, e vem com algumas das mais clássicas e importantes histórias de diversos personagens da Marvel.

Outra coisa legal para acompanhar histórias que já passaram é comprar as coletâneas que são lançadas nos EUA com diversas histórias mais recentes de alguns personagens. Você pode ver um exemplo com esse livro: http://www.amazon.com/New-Avengers-Vol-Breakout-v/dp/0785114793/ref=pd_sim_b_6. Nessas coleções, você leva um livro que vem com diversas histórias de um herói ou grupo de heróis de seu interesse. Você pode colecionar essas edições para entender um pouco mais sobre o universo dos personagens que você curte, e ficar mais inteirado e não tão perdido com os eventos do presente. Esse é um bom jeito de ler histórias que foram publicadas há cinco, dez anos atrás. Vou dar um exemplo de como essas coleções são úteis:

O seguinte link (http://www.amazon.com/New-Avengers-Vol-Revolution-v/dp/0785124683/ref=pd_sim_b_6) é do sexto volume das coleções dos Novos Vingadores.

Essa é uma revista que está nas minhas mãos enquanto escrevo esse artigo:

Essa edição foi publicada pela Panini, e ela contém uma das histórias que está presente no livro que postei anteriormente. Eu não tenho as continuações dessa revista,de modo que eu não faço ideia de como terminou essa saga. Outra coisa: achar as revistas que se seguém seria terrivelmente difícil a essa altura, e uma coletânea com TODAS as histórias que preciso para enteder o que está acontecendo viria bem a calhar. Legal né?

Outra dúvida que as pessoas tem é na hora de comprar os mensais. Admito que acompanhar os quadrinhos da banca é bem mais complicado do que simplesmente comprar encadernados. De qualquer forma, eu gosto de ler os mensais, de acompanhar a história. Contudo, algumas pessoas tem dúvidas se compram digitais ou físicos. Essa é uma dúvida recorrente entre leitores de quadrinhos.

Eu digo o seguinte: ter um iPad ou outro tablet para ler quadrinhos pode ser muito útil. Você poderia acompanhar sagas que saem apenas nos Estados Unidos ou que ainda vão demorar muito para sair no Brasil, por um preço bem comodo. Digo isso porque, por mais que eu prefiro as hqs físicas, a possibilidade de ter vários quadrinhos, comprados por preços bem baixos, ao seu alcance em qualquer lugar é bem animadora. Logo, se você tem um tablet, compre gibis digitais. No meu caso, eu acompanho os mensais também, publicados aqui pela Panini.

Sonho da minha estante :)

Ainda há mais para falar sobre o assunto, mas eu estou de saco cheio o assunto pode ficar para outro post. Pretendo comprar no mês que vem o encadernado da Guerra Civil para me inteirar mais no universo da Marvel, além de começar a colecionar os mensais da DC também, visto que a Panini vai publicar os Novos 52 aqui em terras tupiniquins finalmente, e acho que é um ótimo modo de começar a ler as histórias da Casa do Batman. Pretendo começar a ler Superman, Batman, Lanterna Verde e Flash, que virão com outras histórias em suas revistas, graças aos mixes da Panini (por exemplo, a revista do Batman vai ter a história do Batman, Batman & Robin e uma outra lá que não to lembrado).

Por enquanto é só e até a próxima. Boa leitura!

PS: A Marvel é muito melhor que a DC :)

 

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The Children of Húrin, Gears of War e a Tormenta das Espadas

Terminei a Tormenta das Espadas. Para falar a verdade, eu terminei “A Storm of Swords”, já que eu estava lendo o livro em inglês, esse aí embaixo ó:

Além de ser bem mais barato (17 conto), o livro em inglês vem com o acrescimo de ser bem leve e portátil, diferente do monstro gigante que é a versão brasileira. Além disso, é muito melhor ler um livro na língua original, é até estranho ler em português depois que você lê em inglês.

O final É MUITO IMPRESSIONANTE. Estava achando o livro lento até mais ou menos a metade, mas depois do Casamento Vermelho é um ritmo alucinante de fatos e acontecimentos e decisões e mortes. Mal posso esperar por A Feast for Crows.

Além disso, comecei a ler Children of Húrin, pra aprofundar mais nas histórias dos dias antigos da Terra-Média. É um livro beeeeeeem mais parado, principalmente depois que você lê Storm of Swords, mas a história está bem bacana.

E por último, finalmente comprei o Gears of War. Era até estranho dizer que tinha Xbox e nunca ter jogado Gears. É um jogo muito bacana, principalmente para se jogar em tela dividida (tem poucos assim hoje em dia). Optei por comprar o 2 mesmo, estava mais barato e fica melhor para acompanhar a história.

Quando terminar o Filhos de Húrin (que os fãs da série dizem ser o conto mais obscuro de Tolkien) digo aqui o que achei do livro.

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O meu Nerd Top 3 de todos os tempos

Se tem uma coisa que eu acho legal nesse nosso “Universo Nerd” é a quantidade de coisas que podemos discutir e coisas para descobrir nos universos que mais gostamos. Visite um fórum de, por exemplo, Star Trek, e você vai encontrar tanta coisa legal sobre o seriado, os personagens e o universo dessa série de TV que vai ficar maluco. Os fãs mais fanáticos criam teorias incríveis sobre a Vida, O universo e tudo mais, e hoje eu quero postar aqui os meus 3 universos nerds preferidos. (OBS: Nada de ordem de preferência, gosto de todos na mesma medida).

1. O Senhor dos Anéis

Para mim, o Senhor dos Anéis é uma das maravilhas do universo. Essa mitologia incrível criada por Tolkien é uma das coisas mais complexas e detalhadas que já tive o prazer de ler e ver. E quando falo disso não falo apenas da trilogia principal criada por Tolkien, eu falo de tudo o que ele escreveu sobre o assunto.

Comecemos pelo Hobbit. Esse livro foi o início da mais estupenda série de fantasia medieval da história da humanidade, além de ser simples e divertido de ler. Já dei o livro para uma criança de apenas oito anos de idade e ela leu tranquilamente. Além disso, o livro é uma ótima porta de entrada para quem quer explorar o universo Tolkien. Lá você vai ser apresentado aos Elfos, aos Anões e aos simpáticos Hobbits. Você também verá as primeiras descrições da Terra-Média, conhecerá os monstros (Orcs, Trolls) e tudo mais que você precisa para ler LOTR (Senhor dos Anéis).

O Hobbit, mesmo sendo um livro simples, ainda hoje rende muitas especulações e conversas entre os fãs. Por exemplo, muito é discutido sobre quem é o tal Necromante de quem Gandalf fala no livro. A maioria dos fãs concorda que é Sauron.

Já o Senhor dos Anéis em si é um livro bem mais complicado de ler. O estilo de escrita mudou bastante, é bem mais sério e maduro que o Hobbit, que em cetas situações, parecia mais um livro infantil (vide os Trolls conversando sobre como cozinhar os anões capturados). E a história é bem mais abranjedora. A aventura de Frodo para destruir o Um Anel de Sauron é surpreendente e tocante ao mesmo tempo. Até hoje não vim um final mais emocionante do que o final de O Senhor dos Anéis.

Tolkien ampliou ainda mais o seu universo com vários contos e romances. Dentre eles, o mais importante sem dúvidas é O Silmarillion. Se você já achou LOTR complicado de ler, acredite: você não vai ter saco paciência para terminar esse livro. Não basta o nível de linguagem altamente elaborado, como também a história cheia de pequenos detalhes e tudo mais. Não é um romance, é uma bíblia. Uma história sobre os tempos muito remotos, anteriores ao de O Senhor dos Anéis e o Hobbit. É um livro apenas e somente para os fãs.

Além dele, você ainda poder ler o livro Contos Inacabados ou Filhos de Húrin. Se quer ainda mais detalhes, leia a gigantescamente massiva série “The Histories of Middle-Earth” (As Histórias da Terra-Média).

Porém, um dos maiores trunfos de LOTR foi ter virado filme. Você deve saber muito bem que adaptações raramente dão certo, mas funcionou extremamente bem com LOTR. Os filmes não só trouxeram ainda mais fãs para a mitologia de Tolkien como se tornaram um divisor de águas.

LOTR é o símbolo de um dos maiores ícones nerds existentes: a fantasia medieval. Agradeça a tolkien por hoje você aniquilar dragões em Dungenons and Dragons ou guerrear contra hordas de Orcs em World of Warcraft.

2. Star Wars

Seria até heregia não colocar Star Wars numa lista dessas. Simplesmente não existe maior ícone nerd que Star Wars. Quem não acha impressionante as batalhas espaciais, os duelos de sabre de luz e o vilã0-mais-irado-ever Darth Vader que atire a primeira pedra.

Star Wars já era grande quando o primeiro filme foi lançado, e depois só aumentou. O universo expandido da série preencheu uma cronologia que começa dezenas de milhares de anos antes dos filmes e acaba muito tempo depois deles. Procure na Wookipédia, a enciclopédia online de Star Wars a quantidade de material existente sobre a série e você terá uma ideia do tamanho da coisa. Há descrições do funcionamento de um lightsaber, bibliografias sobre antigos Lordes Sith, registros sobre batalhas Sith-Jedi e muitas coisas mais.

Além disso, Star Wars está em praticamente todas as mídias. O que começou como uma trilogia virou série de livros, história em quadrinhos, videogame, action figure… Além de entupir ainda mais de dinheiro os bolsos de George Lucas, aumenta ainda mais esse universo que todos nós tanto gostamos e admiramos.

3. Uma canção de gelo e fogo (ASOIAF)

ASOIAF, por mais que a crítica fique repetindo isso o tempo todo, não tem nada de Senhor dos Anéis. Enquanto esse trata de uma jornada de um herói verdadeiro para destruir um mau totalmente mau, ASOIAF é sobre pessoas.

Sim, ASOIAF é uma história sobre pessoas. Enquanto Tolkien cria o mundo, seus detalhes e paisagens, Martin se preocupa mais em criar pessoas para suas histórias. Não há heróis nem vilões, apenas pessoas.

Entretanto, não se pode negar a influência tolkeniana em ASOIAF. É uma história de fantasia medieval afinal, tem dragões, tem um pouco de magia… Mas ASOIAF tem uma identidade muito bem definida, e uma história tão, tão, tão humana, tão assustadoramente parecida com a nossa própria história. Irmão virando contra irmão, golpes de estados, truques políticos… ASOIAF é a humanidade vista no espelho, e até agora, a melhor representação da nossa chamada era medieval num contexto fantasioso.

Além disso, é um livro que tem uma história marcante, personagens carismáticos, que te prende até a última página e depois te leva para a internet para discutir aquilo e aquilo, falar qual a sua casa favorita, quem você acha que merecia ganhar, etc, etc, etc.

E além do mais, ASOIAF ainda não está terminado. Faltam dois livros ainda, sem data de lançamento definido. Há uma série na HBO que já vai para a segunda temporada, e todas aqueles nerdices básicas colecionáveis (action figures, estátuas, etc)devem já estar saindo esse ano. E se você gostar MUITO de ASOIAF (como eu), então poderia provar isso para todos comprando as réplicas das espadas de Jon Snow, Ned Stark e Arya Stark da Valyrian Steel.

E sim, na minha opinião, essas são os três melhores mundos nerds já criados. Quais são os seus?

 

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De cavalo e espada

Estive jogando Mount & Blade: Warband ultimamente, e tenho que dizer, esse é um dos jogos mais viciantes que existe. É produzido pela competente Paradox Interactive, que mesmo não sendo a empresa de videogames mais conhecida no momento, é uma das que mais admiro por fazer jogos que realmente se diferenciam da moda atual no mercado.

Um exemplo disso é o próprio Mount & Blade. Por muito tempo procurei um jogo em que eu pudesse controlar um simples guerreiro em meio a algo muito maior, e caso eu realmente me esforçasse, subir os escalões e chegar finalmente a alguma posição de comando. M&B é assim. Não há magias, nem monstros e nem dragões. O jogo é, no momento, o melhor simulador de combates medievais no mercado, e mesmo não tendo bons gráficos nem um mundo vivo e cheio de opções como o de Skyrim, é um dos RPGs que eu mais me empolgo em jogar.

Você come o game como um guerreiro comum. Sem armadura, só com uma besta e uma espada simples. Apertando a tecla “tab”, você pode dar uma olhada no mapa do jogo, que é bem grande, com vários castelos, cidades e reinos. Você pode adentrar nas vilas, comprar suprimentos dos mercadores, contratar alguns acompanhantes, enfrentar bandidos, se aliar a senhores maiores, participar de grandes batalhas, tomar castelos para si… Enfim, trilhar todo o caminho de um soldado medieval até se tornar o que todos querem ser: o Rei.

Mount & Blade Collection

E devo admitir: o jogo em si é bem complicado. Minha comitiva já foi atacada várias vezes por bandidos, eu era tomado como prisioneiro e meus soldados eram mortos. Não pense que se tornar um senhor feudal poderoso e respeitado será fácil, mas isso também é um dos melhores pontos do jogo. Quando você finalmente tomar um castelo, a sensação de dever cumprido será ainda maior e mais gratificante.

Em breve eu talvez faça um post mais completo sobre o jogo aqui.

E se você quer conhecer alguns outros jogos da Paradox Interactive, pode dar uma olhada no link a seguir:

http://www.paradoxplaza.com/games?page=1

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Porque acho que o RPG de GoT vai ser ruim

Sou um fã de Guerra dos Tronos. Como a maioria das pessoas, só cheguei a conhecer a série no ano passado, quando vi o trailer pela primeira vez na HBO. Pesquisei e descobri os livros também, mas só comecei a ler agora. No momento, estou no final do primeiro e já pronto para comprar o segundo.

Olha o Mormont aê, putz, tá igualzinho!

Mas indo direto ao assunto, que acompanha as notícias sobre videogames deve saber que um RPG de Guerra dos Tronos deve ser lançado em 2012. Mas acontece, que alguma coisa me diz que esse vai ser um grande FAIL. Não sei bem o motivo, mas alguma coisa no jogo me fez fazer uma careta e dizer “hmmm, sei não…”.

Para começar, é um RPG. Fazer RPGs é uma coisa complicada, e geralmente estúdios que se aventuram nesse caminho acabam criando algo muito além do esperado, ou simplesmente ruim pra caramba mesmo. Porém, como fã da série, eu quero que esse jogo dê certo, mas os vídeos e imagens liberados não estão ajudando.

Primeiramente, o jogo parece que está se tornando alguma espécie de Action RPG. Isso é ruim, muito ruim. Batalhas são totalmente deixadas de lado. Leia os livros e (ou) veja a série e você vai saber porque. O foco da série é a política! E até agora só vi cenas de batalhas.

Outra coisa que também está me incomodando são os personagens. A produtora está seguindo o mesmo caminho de outras, que para não se envolver com muitos problemas de continuação e coisa tal, criam um personagem genérico, colocam ele num ambiente conhecido e dão à luz a um RPG tosco. Sinceramente… Um dos personagens é da Patrulha da Noite… O que diabos essa pessoa está fazendo em Kings Landing? Se o foco do jogo é um personagem da Patrulha da Noite, então que ele fique na muralha caramba! Os patrulheiros não têm nada a ver com os assuntos políticos lá de fora, ele não precisa ir fazer quests em Kings Landing!

A Game of Thrones RPG (Foto: Divulgação)

Isso me leva a outro ponto: como vai ser a exploração de Westeros nesse jogo? Algo me diz que você poderá percorrer um caminho TOTALMENTE linear numa cidade, passar por um loading, e depois entrar em outra. O estilo que caberia bem à esse jogo é a exploração a là Elder Scrolls, mas me parece que esse jogo não está sendo feito à tempo suficiente para isso.

Outra coisa são os personagens. Vamos ter dois carinhas fazendo alguma missão que ninguém sabe o que é. Pelo jeito, o jogo se passa mais ou menos simultaneamente com GoT, logo, os personagens clássicos precisam aparecer, e precisam ter importância. Se colocarem um NPC estático do Ned Stark que vai servir só pra distribuir missões pra você, juro que não vou jogar essa coisa.

E a história caramba? Que tipo de história essa coisa vai seguir? Se ele se passar simultaneamente com a história da série, esses produtores simplesmente NÃO podem colocar os dois carinhos para resgatar o anel de ouro da madame do castelo. TEM QUE SEGUIR A HISTÓRIA DA SÉRIE! Se o inverno está chegando e os reis estão em guerra, quem é que vai se importar com a sidequest desses caras? Imagina só que legal você ver Westeros em guerra, rumando à destruição total, conspirações pipocando no impossível, pessoas morrendo e morrendo de novo, e você lá procurando a porcaria do anel da madame do castelo?

Por favor, não façam isso com esse jogo.

 

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Procurando um trabalho…

Para começar, sem trabalho eu não estou. Atuo como redator web no Moob Jogos. Mas como bom ser humano, ainda estou atrás de algo melhor (e potencialmente mais divertido), e por isso, aqui estou eu, procurando um novo trabalho.

Sim, procurar trabalho é difícil, e principalmente o que eu estou procurando. Estive pensando em botar esses meus hobbies que só me causam prejuízo para dar algum lucro. Desenhar sempre foi meu forte, então porque não usar isso a meu favor? Logo, estou procurando trabalho como arte-finalista de quadrinhos. Sim, porque gosto de quadrinhos.

E já faz algum tempinho que estou nessa jornada. Imprime páginas, arte-finaliza, desenha… Até o momento que meu portfólio estiver gordinho o suficiente para ser enviado para alguma empresa. No momento, estou procurando algum trabalho com quadrinhos brasileiros.

E… como esse blog não rende nada (também só dá prejuízo), eu talvez venha a inventar alguma coisinha lucrativa pra botar por aqui. Já tenho alguma noção, mas nada concreto ainda. De qualquer forma, vamos esperar.

Então até mais.

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Canal do mutiVERSO no Youtube

Eu tinha até esquecido que esse canal do mV existia, mas ele tava lá, esquecido… Até semana passada. Usei minha manhã fria de sábado para fazer alguns desenhos em speed paiting e postar no youtube. Até o momento são dois, e você pode conferir abaixo:

Coloquei só Speed Painting até o momento, mas vou fazer outras coisas interessantes no canal, como análises de jogos, livros filmes… Trailer comentados e o que mais me der na telha. Então, até lá pessoas. E assinem o negócio aí para me fazer feliz.

E só para a informação de vocês, esse final de semana vai ter Otacon, logo, vou fazer um vídeo comentando como foi o evento para você, que perdeu e para você, que foi lá. Pelo que estou vendo, vai ter desde batalhas medievais até guerrinhas de paintball, e de RPGs e Card Games até salas de videogame.

 

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Game of Thrones – Finalmente Chegou

Quem me acompanha no Twitter deve ter percebido que passei bastante tempo reclamando que a Saraiva não entregava o Game of Thrones que eu tinha encomendado. Pois bem, chegou no sábado e agora, aqui estou eu, postando sobre isso.

Comprei a versão em inglês (todo mundo tem que saber pelo menos ler em inglês hoje em dia né?) por apenas 15 reais por lá, então o investimento valeu muito a pena. A versão americana é mais grossa que a brasileira (por ser menor), tem cerca de 800 páginas. Porém essa é a versão econômica, então o papel é bem fuleiro, semelhante ao usado em jornais, não que isso importe, mas o cuidado com o livro tem que ser redobrado já que qualquer escorregão pode rasgar uma página.

Então, esse bem aí em cima é o livro, devidamente posicionado em frente ao meu monitor, onde convenientemente está, olhe bem, a Homepage do mutiVERSO. Ok, essa capa é bem mais feia do que a da versão brasileira, a outra versão (não econômica), tem uma capa mais bonita, mas também não é lá essas coisas. Acho que a versão nacional ganhou uns bons tratos.

Comecei a ler o livro no dia em que ele chegou (só por curiosidade, foi coincidentemente um dos dias mais frios da história dessa cidade, veja só), mas estou indo bem devagar, e no momento em que lhes escrevo isso, estou na página 129. Já assisti a alguns episódios da série, logo, até o momento não há grandes surpresas. Vou ler o livro até o final só para depois ver a série.

Devo criticar porém, o serviço de entrega da Saraiva. Já comprei muitos livros no Submarino e esses vêm devidamente empacotados em plásticos-bolha e afins. Já esse veio solto dentro da caixa de papelão, o que rendeu alguns defeitos nas extremidades da capa, coisa que só alguém muito chato com livros ira ligar, é claro.

Assim como a maioria dos nerds, só fiquei sabendo desse livro por causa da série da HBO. E as livrarias nacionais não ajudavam muito, foi só por causa do seriado e o imenso hype que ele criou em volto do livro que Game of Thrones foi devidamente trazido para o nosso país, com o título A Guerra de Tronos. No começo devo admitir que não gostei muito da ideia, mas após assistir ao primeiro episódio a vontade de comprar o livro foi grande, e a leitura realmente te prende. Pelo o que os nerdcasters disseram, vão haver muitas mortes no final do livro, e a Wikipédia maldita me revelou (sem aviso prévio) qual vai ser uma delas. Ódio…

Ok então, vou deixar aí embaixo as fotos para vocês conferirem o livro, e quando terminar de ler vou fazer uma análise do livro. Ainda não sei como, talvez um podcast, um vídeo… Então até lá

(OBS: Contracapa amassada graças às ações terroristas de dois amigos anti-literatura. Falo sobre isso depois)

E só para vocês darem uma conferida, o espaço mais nerd da casa:

Livros super-ilustrados sobre guerras, embaixo de gibis especiais e cartas de Magic, gibis super-antigos ali, dados, mais gibi do outro lado e a coleção (ainda pequena) de livros.

PS: Nem todos os livros ali são meus, só para constar, não gosto de Deltora Quest.

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Descanse em Paz Mestre

Recebi ontem a noticia da morte de Steve Jobs, logo fui correndo para a sala ligar a TV e ver o que é que estava acontecendo. Liguei na Globo News e li a frase: “Apple Confirms Steve Jobs Death”. Foi um grande luto, um grande luto por uma pessoa que nunca tive o prazer de conhecer.

Provavelmente essa é só mais uma homenagem a um Grande Mestre, um ícone da tecnologia, um visionário. Mas é minha homenagem, uma homenagem realmente sincera.

Conheci o trabalho de Jobs a pouco tempo para falar a verdade, no máximo, dois ou três anos. Antes disso eu nem era muito ligado nessas coisas, nem mesmo computador eu tinha. Na verdade, tinha uma máquina velha, depois falo sobre ela.

Assim que vi os primeiros modelos de iPods, iPhones e Macs, minha cabeça explodiu! Era muito bonito e inovador ao mesmo tempo, e se teve alguma coisa que me levou a gostar de tecnologia, foi a Apple, foi Steve Jobs.

Mas se teve alguma coisa que Jobs fez e realmente, foi importante não só para a minha vida, mas a de muita gente, foi ter feito esse discurso:
httvp://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=66f2yP7ehDs

Sério, não há como você ser um humano e não tirar alguma lição das palavras de Jobs. Tem que ser muito sem coração mesmo, mas deixa isso pra lá.

Nunca tive um produto da Apple para falar a verdade, não por não gostar. Sempre quis ter um iPod, um Mac… Mas preferia comprar outras coisas que eram mais do meu interesse no momento. Mas já pude testar vários aparelhos, de amigos, conhecidos… Para falar a verdade, me sentia no futuro fuçando num iPod. É incrível como é bonito e funcional.

E olhe bem, eu, que nunca tive um produto da Apple, que nunca estive muito ligado em gadgets e tal, me senti muito mal quando vi as letrinhas miúdas na TV anunciando a morte desse grande mestre. Como todo bom nerd, corri para o Twitter para ver o que é que estava acontecendo, a repercussão ainda não estava muito alta, mas a frase: “RIP Steve Jobs” já estava nos Trending Topics. Nesse momento realmente fiquei triste, e depois de assistir aquele discurso mais uma vez, não há como conter algumas lágrimas. Posso nunca ter conhecido Jobs, posso nunca ter tido um aparelho criado por ele. Mas reconheço seu trabalho, o reconheço como visionário, e isso é o bastante para ficar de luto por uma pessoa que nunca cheguei a conhecer pessoalmente.

Descanse em paz Jobs.

(O amigo @bqeg fez uma citação muito bonita, e faço questão de colocá-la aqui)

 

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